Esses dias escutei uma reportagem sobre o talento.
Quantas pessoas nascem com dons ao nosso redor...dom para a música, para artes plásticas, para a pesquisa científica, para o futebol...
Se olharmos de forma mais apurada poderemos perceber pessoas com um talento especial, uma habilidade que o diferencia dos demais, que o torna diferente..."forma mais apurada" soa estranho, não é mesmo? Mas ocorre que nem sempre identificamos o talento das pessoas. Quantos candidatos a emprego ou meninos que buscam seu sonho de ser um grande jogador de futebol são rejeitados pela aparência, por serem mal avaliados ou por se mostrarem ansiosos neste momento de avaliação?
O talentoso pode ser reconhecido por seu valor ou pode passar desapercebido por não reconhecer em si mesmo suas capacidades.
Mas talento não é sinônimo de sucesso? As habilidades que o diferenciam não podem lhe favorecer?
A resposta é não.
A característica marcante do sucesso é o de se arriscar, se se expor, de enfrentar medos, desafios. "Enfrentar medos"? Sim. Quem disse que pessoas de sucesso não tem medo? A diferença é que o medo não paralisa, não impede de tentar e enfrentar as dificuldades para chegar lá onde deseja.
A pessoa de sucesso se arrisca, não pensa no medo, mas naquilo que quer. E faz isso naturalmente.
A pessoa de sucesso faz se reconhecer. Mesmo que não tenha um dom, um talento marcadamente especial. Ela faz por si.
O talento de alguns pode até passar desapercebido, a pessoa de sucesso deixa sua marca.
E ai podemos nos perguntar: o que posso fazer pra alcançar o sucesso? Se ter um dom não é garantia e por isso TODOS podem chegar lá, por quê uns alcançam e outros não?
A resposta não é simples, mas podemos começar pensando na crença, no reconhecimento do seu próprio valor, das suas qualidades, das sua próprias características.
Quando nos relacionamos com pessoas assim sentimos admiração. Reconhecemos também o seu valor.
Talento não é garantia de sucesso e colocar em ação suas capacidades e seu próprio jeito pode ajudar muito a alcançar seus maiores desejos!
A Psicologia do Cotidiano
Acompanhe minhas observações, sob o ponto de vista psicológico, dos mais variados temas como fatos do cotidiano, cinema, literatura e muito mais.
terça-feira, 1 de julho de 2014
sábado, 28 de junho de 2014
Minha volta
Voltei!
Decidi voltar a escrever no blog. Não foi uma decisão fácil, pois acho que me expresso melhor com a palavra dita. A escrita, por mais incrível que pareça, parece determinante demais....como um contrato que se firma, se assina e não se volta atrás. Com o tempo, percebi que podemos voltar atrás tantas vezes forem necessárias para aprendermos e decidirmos sobre o melhor caminho.
Será um bom e grande exercício!!
Decidi voltar a escrever no blog. Não foi uma decisão fácil, pois acho que me expresso melhor com a palavra dita. A escrita, por mais incrível que pareça, parece determinante demais....como um contrato que se firma, se assina e não se volta atrás. Com o tempo, percebi que podemos voltar atrás tantas vezes forem necessárias para aprendermos e decidirmos sobre o melhor caminho.
Será um bom e grande exercício!!
quinta-feira, 24 de março de 2011
O Menino do Pijama Listrado
Assistindo ao filme "O menino do pijama listrado" pude refletir sobre muitos aspectos.
Em primeiro lugar é muito difícil não se emocionar ao ver cenas de uma violência tão grotesca misturada com a mais pura ingenuidade.
Para quem não viu o filme fica a sugestão.
Ele conta a história de um menino alemão de 8 anos que é filho de um soldado de alto escalão da SS. A família deste menino chamado Bruno se muda para uma casa que fica muito perto de um campo de extermínio.
Em suas aventuras exploradoras, Bruno chega perto do arame farpado que limita o campo e acaba por conhecer Shmuel, um menino judeu com a mesma idade dele.
Para Bruno, Shmuel e os outros homens usam pijamas listrados e vivem numa fazenda. Ele tem a percepção que ali todos vivem bem e se divertem. Os números na roupa fazem parte de um jogo, segundo ele que se sente prisioneiro e só do lado de fora.
A ingenuidade de Bruno vai aos poucos sendo invadida por muitas conversas e situações que o fazem questionar este cenário pitoresco.
A amizade que vai sendo construida entre os dois meninos vai ao mesmo tempo comovendo pela pureza, pela inocência, pela espontaneidade como também trazendo sentimentos de revolta pela violência, pela discriminação e pela sensação presente a todo momento que em breve haverá um fim trágico.
Bruno vai percebendo aos pouco que aquilo que vê não se encaixa com o discurso que houve de seu pai e de seu professor. Porém, ainda persiste a fantasia de que tudo não é tão trágico ou assustador.
Não pretendo trazer mais dados do filme porque penso que vale a pena assisti-lo. Porém, deixo aqui algumas reflexões sobre o que vi e senti.
A realidade se impõe, ela é implacável, mas mesmo assim aparecem mecanismos que defendem nossa mente desta dor, deste sofrimento extremamente assustador que é a morte.
Bruno representa isso, ele caminha da profunda inocência a um dar-se conta de que a vida pode ser mais surpreendente do que as histórias de aventura que gosta de ler. Especialmente falando deste momento histórico relacionado ao nazismo isso toma um aspecto muito maior do que a surpresa, atinge o inimaginável, o grotesco, o impensável.
A inocência da infância é roubada..não apenas a de Bruno que percebe uma realidade dura e cheia de sofrimento, mas de Shmuel e de todos aqueles que tiveram suas vidas ceifadas pelo holocausto.
Podemos tentar buscar na fantasia um alívio, uma segurança, mas ela não é capaz de nos fazer fortes o suficiente para negar aquilo que se impõe como real, objetivo, concreto.
Assitir ao filme pode ser uma experiência sofrida pela história que é contada, mas também pode nos fazer questionar situações que tentamos ignorar e que estão ali, a nossa espera para que façamos alguma coisa.
Em primeiro lugar é muito difícil não se emocionar ao ver cenas de uma violência tão grotesca misturada com a mais pura ingenuidade.
Para quem não viu o filme fica a sugestão.
Ele conta a história de um menino alemão de 8 anos que é filho de um soldado de alto escalão da SS. A família deste menino chamado Bruno se muda para uma casa que fica muito perto de um campo de extermínio.
Em suas aventuras exploradoras, Bruno chega perto do arame farpado que limita o campo e acaba por conhecer Shmuel, um menino judeu com a mesma idade dele.
Para Bruno, Shmuel e os outros homens usam pijamas listrados e vivem numa fazenda. Ele tem a percepção que ali todos vivem bem e se divertem. Os números na roupa fazem parte de um jogo, segundo ele que se sente prisioneiro e só do lado de fora.
A ingenuidade de Bruno vai aos poucos sendo invadida por muitas conversas e situações que o fazem questionar este cenário pitoresco.
A amizade que vai sendo construida entre os dois meninos vai ao mesmo tempo comovendo pela pureza, pela inocência, pela espontaneidade como também trazendo sentimentos de revolta pela violência, pela discriminação e pela sensação presente a todo momento que em breve haverá um fim trágico.
Bruno vai percebendo aos pouco que aquilo que vê não se encaixa com o discurso que houve de seu pai e de seu professor. Porém, ainda persiste a fantasia de que tudo não é tão trágico ou assustador.
Não pretendo trazer mais dados do filme porque penso que vale a pena assisti-lo. Porém, deixo aqui algumas reflexões sobre o que vi e senti.
A realidade se impõe, ela é implacável, mas mesmo assim aparecem mecanismos que defendem nossa mente desta dor, deste sofrimento extremamente assustador que é a morte.
Bruno representa isso, ele caminha da profunda inocência a um dar-se conta de que a vida pode ser mais surpreendente do que as histórias de aventura que gosta de ler. Especialmente falando deste momento histórico relacionado ao nazismo isso toma um aspecto muito maior do que a surpresa, atinge o inimaginável, o grotesco, o impensável.
A inocência da infância é roubada..não apenas a de Bruno que percebe uma realidade dura e cheia de sofrimento, mas de Shmuel e de todos aqueles que tiveram suas vidas ceifadas pelo holocausto.
Podemos tentar buscar na fantasia um alívio, uma segurança, mas ela não é capaz de nos fazer fortes o suficiente para negar aquilo que se impõe como real, objetivo, concreto.
Assitir ao filme pode ser uma experiência sofrida pela história que é contada, mas também pode nos fazer questionar situações que tentamos ignorar e que estão ali, a nossa espera para que façamos alguma coisa.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Futuro
Acreditar num futuro melhor! Esperar que o que vem depois vai valer a pena!
O que é o futuro afinal? O que desejamos?
Muito se escuta do que se espera do que vem depois, mas não se sabe exatamente o que nem quando. Muito menos como!!
As pessoas projetam suas expectativas como se delas não dependesse, como no pensamento mágico infantil que se realiza pela força do pensamento e da imaginação.
É como se não houvesse comprometimento, participação de quem deseja.
Como relatei em artigo anterior, muitas pessoas quando desejam migrar para outro país projetam seus sonhos naquilo que desconhecem e que, muitas vezes para elas, trará a certeza de realização.
Escuta-se que a as mudanças que trarão realização e felicidade vem de outra dimensão, do divino.
Somos responsáveis pelas escolhas que fazemos. Muitas delas pensadas, planejadas, conscientes. Outras tantas que não nos damos conta, inconscientes. Mas todas as decisões, todos os atos e mesmo as omissões são de quem as toma.
Esperar que o futuro seja o responsável pela mudança é fazer do futuro o sujeito da mudança. É externar algo que é interno, que é de cada um.
Não há nenhum problema em se desejar um futuro melhor, porém é necessário perceber o que se quer e o que se pode fazer para se sentir realizado e satisfeito.
Desejar no tempo futuro é colocar adiante o que neste momento parece impossível ou improvável.
Por quê não desejar agora?
O que é o futuro afinal? O que desejamos?
Muito se escuta do que se espera do que vem depois, mas não se sabe exatamente o que nem quando. Muito menos como!!
As pessoas projetam suas expectativas como se delas não dependesse, como no pensamento mágico infantil que se realiza pela força do pensamento e da imaginação.
É como se não houvesse comprometimento, participação de quem deseja.
Como relatei em artigo anterior, muitas pessoas quando desejam migrar para outro país projetam seus sonhos naquilo que desconhecem e que, muitas vezes para elas, trará a certeza de realização.
Escuta-se que a as mudanças que trarão realização e felicidade vem de outra dimensão, do divino.
Somos responsáveis pelas escolhas que fazemos. Muitas delas pensadas, planejadas, conscientes. Outras tantas que não nos damos conta, inconscientes. Mas todas as decisões, todos os atos e mesmo as omissões são de quem as toma.
Esperar que o futuro seja o responsável pela mudança é fazer do futuro o sujeito da mudança. É externar algo que é interno, que é de cada um.
Não há nenhum problema em se desejar um futuro melhor, porém é necessário perceber o que se quer e o que se pode fazer para se sentir realizado e satisfeito.
Desejar no tempo futuro é colocar adiante o que neste momento parece impossível ou improvável.
Por quê não desejar agora?
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Migração
Já a algum tempo tenho feito entrevistas com pessoas que vão morar em outro país.
A primeira pergunta que me faço é por que mudar? Do que se está abrindo mão e que expectativas se tem para o novo lugar escolhido?
Muitas pessoas tem uma resposta objetiva para estas perguntas: Viver melhor, novas oportunidades..
Parece que há o sentimento de que algo não está bem, como se houvesse uma grande decepção com aquilo que se construiu até então em suas próprias vidas e que, migrar para um novo país trará a esperanças de novas oportunidades e a felicidade.
Mas será que isso é possível? O que mudará na vida destas pessoas quando estiverem em contato com uma outra cultura, outra língua, outros hábiltos?
Talvez muito, talvez quase nada.
Pensar que a mudança vai trazer a garantia de felicidade é relegar sua responsabilidade por sua própria vida e escolhas. Parece que muitos não conseguem se colocar como agentes de suas próprias escolhas e idealizam a mudança como alternativa num processo mágico de satisfação.
O novo pode estar recheado de medos e temores por aquilo que não se sabe e não se conhece, mas ele também pode estar associado a fantasias de satisfação e prazer que nem sempre podem se realizar. E este pode ser o grande risco: frustrar-se fortemente por não encontrar o que está buscando.
Não se pode negar que uma viagem como esta pode trazer grandes experiências e maturidade, crescimento, mas que isto não seja confundido com satisfação plena e alegria eterna.
Fazer uma reflexão do que realmente está se buscando pode provocar uma grande mudança, talvez tão longa quanto emigrar para um outro país.
Tentar traduzir estes sentimentos de perda, de solidão, de decepção que estão associados a desesperança pode trazer novas perspectivas.
A primeira pergunta que me faço é por que mudar? Do que se está abrindo mão e que expectativas se tem para o novo lugar escolhido?
Muitas pessoas tem uma resposta objetiva para estas perguntas: Viver melhor, novas oportunidades..
Parece que há o sentimento de que algo não está bem, como se houvesse uma grande decepção com aquilo que se construiu até então em suas próprias vidas e que, migrar para um novo país trará a esperanças de novas oportunidades e a felicidade.
Mas será que isso é possível? O que mudará na vida destas pessoas quando estiverem em contato com uma outra cultura, outra língua, outros hábiltos?
Talvez muito, talvez quase nada.
Pensar que a mudança vai trazer a garantia de felicidade é relegar sua responsabilidade por sua própria vida e escolhas. Parece que muitos não conseguem se colocar como agentes de suas próprias escolhas e idealizam a mudança como alternativa num processo mágico de satisfação.
O novo pode estar recheado de medos e temores por aquilo que não se sabe e não se conhece, mas ele também pode estar associado a fantasias de satisfação e prazer que nem sempre podem se realizar. E este pode ser o grande risco: frustrar-se fortemente por não encontrar o que está buscando.
Não se pode negar que uma viagem como esta pode trazer grandes experiências e maturidade, crescimento, mas que isto não seja confundido com satisfação plena e alegria eterna.
Fazer uma reflexão do que realmente está se buscando pode provocar uma grande mudança, talvez tão longa quanto emigrar para um outro país.
Tentar traduzir estes sentimentos de perda, de solidão, de decepção que estão associados a desesperança pode trazer novas perspectivas.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
O Tempo
Estes dias estive pensando sobre um comentário muito comum que ouço sobre o tempo. As pessoas olham minhas filhas crescendo e dizem: "como o tempo passa depressa"! Eu escuto e penso comigo mesma: "é verdade, o tempo voa".
Mas o tempo não voa, o tempo não corre e mesmo assim parece que ele nos escapa...
Realmente, prá quem não as vê algumas semanas ou meses, pode se surpreender com seu crescimento e suas conquistas, mas para quem as acompanha no dia a dia, esta percepção é diferente.
Me dei conta da passagem do tempo há alguns anos atrás quando segurei no colo o filho recém nascido de um primo meu que estava festejando, senão me engano, seus 26 anos. Até então ele era meu primo menor, o caçulinha da família...e agora estava ali: Pai!!
É realmente incrível, os dias vão passando e temos tantas preocupações, tantos compromissos, tantos envolvimentos que nem percebemos o "tempo passando". Acho que, na verdade, não nos damos conta de todos os movimentos, de todos os fatos, de todos os crescimentos que vão correndo e ai, certo dia, nos surpreendemos com algo que estava bem ali e mudou!!!
É o tempo corre mesmo!! Corre com nossos dias, com nossas vidas, com nossa ânsia de controlar o tempo, de dar conta de tudo, de aproveitar tudo...
Me recordo que na época da faculdade, uma colega relatou um acidente de carro que havia sofrido e que por isso passou alguns meses em coma no hospital. Era na cadeira de psicologia hospitalar. Ela comentou todo seu susto e do quanto percebeu que precisava mudar sua rotina, sua vida...tinha que aproveitar cada dia como se fosse o último. Quanto esse plano durou? Alguns meses, logo após tudo voltou ao "normal".
É...minhas filhas estão crescendo rápido demais, não só para quem não as vê todos os dias, mas para mim que percebo suas mudanças, suas conquistas, seus aprendizados...Perceber que elas estão formando seu próprio mundo de relações e atividades é uma grande experiência!!
Bem..vou encerrando pois o tempo do soninho da pequena Alice já terminou!!!
Mas o tempo não voa, o tempo não corre e mesmo assim parece que ele nos escapa...
Realmente, prá quem não as vê algumas semanas ou meses, pode se surpreender com seu crescimento e suas conquistas, mas para quem as acompanha no dia a dia, esta percepção é diferente.
Me dei conta da passagem do tempo há alguns anos atrás quando segurei no colo o filho recém nascido de um primo meu que estava festejando, senão me engano, seus 26 anos. Até então ele era meu primo menor, o caçulinha da família...e agora estava ali: Pai!!
É realmente incrível, os dias vão passando e temos tantas preocupações, tantos compromissos, tantos envolvimentos que nem percebemos o "tempo passando". Acho que, na verdade, não nos damos conta de todos os movimentos, de todos os fatos, de todos os crescimentos que vão correndo e ai, certo dia, nos surpreendemos com algo que estava bem ali e mudou!!!
É o tempo corre mesmo!! Corre com nossos dias, com nossas vidas, com nossa ânsia de controlar o tempo, de dar conta de tudo, de aproveitar tudo...
Me recordo que na época da faculdade, uma colega relatou um acidente de carro que havia sofrido e que por isso passou alguns meses em coma no hospital. Era na cadeira de psicologia hospitalar. Ela comentou todo seu susto e do quanto percebeu que precisava mudar sua rotina, sua vida...tinha que aproveitar cada dia como se fosse o último. Quanto esse plano durou? Alguns meses, logo após tudo voltou ao "normal".
É...minhas filhas estão crescendo rápido demais, não só para quem não as vê todos os dias, mas para mim que percebo suas mudanças, suas conquistas, seus aprendizados...Perceber que elas estão formando seu próprio mundo de relações e atividades é uma grande experiência!!
Bem..vou encerrando pois o tempo do soninho da pequena Alice já terminou!!!
terça-feira, 27 de julho de 2010
A Maternidade
Ah maternidade...o que dizer sobre isso?
Muitas mulheres já nascem dizendo que querem ser mães. Por que? O que nos faz desejar algo de uma maneira tão intensa sem sabermos exatamente o que isso representa?
Ter um bebê, cuidar de um bebê, exige de nós mulheres algo muito além do que podemos pensar...é tentar nos colocar no lugar de um outro para descobrirmos se sente frio ou fome, é abrirmos mão do nosso tão precioso sono para cuidar do nosso de outra pessoa, é estarmos atentas ininterruptamente para quaisquer mudanças ou choros...ufa!! Isso não é pouco. Não é mesmo. Mas então, se sabemos que as exigências serão grandes, se por muito tempo nossas próprias vidas deixarão de ser prioridade e nosso tempo será multiplicado por muito para darmos conta de tudo, ainda assim decidimos ser mães...
E a certeza desta escolha vem no primeiro choro na sala de parto, no primeiro olhar, no primeiro carinho e afago!
Neste momento não existe dúvida, não existe cansaço, não existe nada além daquela maravilhosa criatura que sai de dentro da gente (e que eperiência!!!). É completo, é inteiro, é tudo!
Depois é claro que vem as noites mal dormidas, as preocupações, ...mas novamente tudo pára e deixa de ser importante quando escutamos "manhê"!!!!
Muitas mulheres já nascem dizendo que querem ser mães. Por que? O que nos faz desejar algo de uma maneira tão intensa sem sabermos exatamente o que isso representa?
Ter um bebê, cuidar de um bebê, exige de nós mulheres algo muito além do que podemos pensar...é tentar nos colocar no lugar de um outro para descobrirmos se sente frio ou fome, é abrirmos mão do nosso tão precioso sono para cuidar do nosso de outra pessoa, é estarmos atentas ininterruptamente para quaisquer mudanças ou choros...ufa!! Isso não é pouco. Não é mesmo. Mas então, se sabemos que as exigências serão grandes, se por muito tempo nossas próprias vidas deixarão de ser prioridade e nosso tempo será multiplicado por muito para darmos conta de tudo, ainda assim decidimos ser mães...
E a certeza desta escolha vem no primeiro choro na sala de parto, no primeiro olhar, no primeiro carinho e afago!
Neste momento não existe dúvida, não existe cansaço, não existe nada além daquela maravilhosa criatura que sai de dentro da gente (e que eperiência!!!). É completo, é inteiro, é tudo!
Depois é claro que vem as noites mal dormidas, as preocupações, ...mas novamente tudo pára e deixa de ser importante quando escutamos "manhê"!!!!
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